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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Nomenclaturas


Entenda os significados dos parãmetros fisiológicos dos treinos:

ACIDO LÁTICO: Ou lactato, é um produto da atividade física, responsável pelo desconforto muscular que sentimos quando nos exercitamos. Sua produção é constante, mas, por meio de reações quimicas, o corpo o remove. Também serve de substrato energético para o coração e, á medida que o condicionamento físico melhora, sua taxa de produção diminui.


LIMIAR AERÓBICO: Indica a fase que o organismo utiliza, como fonte de energia, o oxigênio captado na inspiração, ao mesmo tempo que consegue remover dos músculos o ácido lático produzido pela atividade física.


LIMIAR ANAERÓBICO: Indica o ponto em que a produção de lactato passa a ser maior que sua remoção e a fonte de energia utilizada pelo músculo deixa de ser o oxigênio, passando para a glicose e para a ATP (trifosfato de adenosina)


VO2 MAX.: Capacidade de uma pessoa captar oxigênio e fornecê-lo aos tecidos do corpo. Também é um parâmetro que mostra a melhora no condicionamento do atleta.


FÓRMULA DE KARVONEN: Embora o teste ergosepirométrico seja insubstituível, há uma maneira curiosa de se descobrir a frequência cardíaca máxima. Em 1957, o cientista Martti J Karvonen publicou um estudo no qual demonstrava que a FC máxima poderia ser determinada subtraindo de 220 a idade do atleta. Por exemplo, a FC máxima de um atelta de 30 anos é 190 (220-30=190). Este cálculo é utilizado até os dias atuais, no entanto, estudos recentes revelaram que a fórmula 208 - (0,7 x a idade do atleta) é mais precisa.

domingo, 1 de março de 2009

Corrida x passada certa




Olá queridos amigos... Hoje ao correr em meu longuinho matinal, lembrei-me da técnica da passada. E desejo compartilhar com vocês. Lembro que são opiniões de um atleta amador e gostaria que servissem para pensarmos e compartilharmos nossas experiências (não esqueçam de comentar).

O treino foi no Parque Barigui, 15 km em 1:20h., três voltas de 5 km cada, e no percurso, lembrei-me de um artigo que li há algum tempo atrás, não me lembro a fonte, mas dizia que quando os africanos, que atualmente lideram as corridas de resistência, começam a correr, o fazem descalços, assim, aprendem a tirar o impacto dos calcanhares (já que não tem amortecimento), correndo nas pontas dos pés, ganhando mais impulso e consequentemente alguns segundos por km, que fazem a diferença no final da prova. Faz sentido.
Pois bem, tentei seguir o conselho, mas não é muito fácil não, ainda mais quando você já acostumou-se a um tranco de corrida com uma determinada forma (corro pisando primeiramente com o calcanhar, depois a planta do pé). Senti que ao correr com a ponta do pé, realmente fica mais fácil de aumentar a distância da passada, porém o corpo desloca-se um pouco mais para frente, e assim, força um pouco mais a tíbia (osso da canela) e o joelho. Ou seja, fica mais fácil, ou propenso de contrair uma lesão tibial (famosa canelite) ou algum dano ao joelho, tão delicado e necessário à nossa corrida.

Resumo da ópera, no fundo da minha simples e pequena experiência, acredito que o correto seja correr com uma passada, leve, suave e harmoniosa, procurando amortecer cada toque no chão, sem inclinar-se tanto para frente nem deixar todo peso para o nosso calcanhar. Ainda, que o termômetro se pudermos assim falar, seja o barulho da passada ao tocar no chão, assim, quando você corre e seus passos fazem um barulho que pode ser notado, algo está fora do normal. SUAVIDADE é a palavra chave.
Comecei então à reparar o estilo do outros corredores. Alguns parecem filhos de canguru, gastando toda sua energia em impulso, acima, meio que triangular, outros dão cada porrada no chão, com calcanhar e pé inteiro, que não devem ter mais juntas ou partes flexíveis inteiras. Já, os que aproveitam mais o movimento são os que não elevam muito o pé ao executar a passada, não dão o pulo ao trocar de pé, e caem com o pé, digamos que "chato", ou melhor ilustrando por meio de palavras, plano no chão, diminuindo o impacto da chegada e aproveitando o movimento para impulsão (relembrando as leis da física, diminuindo o desgaste de energia, podendo rodar mais).

Bom, fiquei curioso e vou me aprofundar no assunto. Mas acredito que estejamos no caminho certo. Espero ter ajudado, vou aguardar os preciosos comentários, pois a experiência pessoal também é valiosa, agradeço os elogios do post passado e vamos trabalhar para melhorar cada vez mais a qualidade dos assuntos aqui abordados.

Um abração, saúde e bons treinos à todos os que nos acompanham. Tuco

domingo, 18 de janeiro de 2009

Cuidados com o Coração.

Olá amigos, depois de um treino de 1:15hs hoje, no Parque Barigui, fechamos 13,79 km, a um pace de 5,22 min/Km. Lento, para dar o lastro necessário á resistência física e respiratória do long distance..
Pensando nisso, lembrei de escrever um pouco sobre o coração hoje. Já que é um de nossos orgãos mais exigidos, achei uma matéria* no site O2 por minuto, de Fatima Martin.
Sem exame, sem treino, lembre-se disso.
*Estou muito cru ainda na formatação do blog. O link se encontra na palavra "matéria".
Abraços.

TC PROJETO TRIATHLON© Por Fabiano Tuco. Visite também o Correndo na Chuva.

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